Templates da Lua

Créditos

Templates da Lua - templates para blogs
Essa página é hospedada no Blogger. A sua não é?

Mostrando postagens com marcador Thaliny Borges. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Thaliny Borges. Mostrar todas as postagens

domingo, 6 de dezembro de 2009


Conheça e evite os principais erros na gestão de grupos
Chefes devem conhecer e respeitar habilidades individuais 

O gestor que pretende manter sua equipe sob controle, motivada, com a produtividade em alta e os esforços voltados para a mesma direção deve conhecer e respeitar as habilidades de cada uma das pessoas sob seu comando. O conselho é um entre vários aspectos que o Universia reuniu neste especial, que mostrará quais são os erros mais recorrentes no comando de equipes. Profissionais consolidados e professores de gestão de carreira e de recursos humanos foram os perfis escolhidos para trazer os aspectos mais relevantes do desafio de liderar gente.
Tratar pessoas como máquinas
"Educação é fundamental e o chefe tem de mostrar que está disposto a ouvir e a esclarecer as dúvidas. Basta a simples atitude de escutar e passar as informações completas. Ao dar ordens, não se pode tratar as pessoas como máquinas, de forma burocrática. É importante criar vínculos positivos, prestar atenção na qualidade de comunicação e desenvolver a habilidade gerencial para entender o comportamento humano. Isso tudo sempre com a preservação da condição de chefe, a responsabilidade e a autoridade"

Ana Cristina Limongi, psicóloga e professora da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo)


Ser arrogante
"Um erro comum é o líder agir com arrogância, como se fosse o dono da verdade e sem dar abertura para que ninguém mais fale. Ele tem um papel de destaque, mas não precisa usar disso para impor respeito. É subjetiva e muito sutil a diferença entre o chefe ser firme, assertivo e saber se colocar e a arrogância. Uma postura arrogante desmotiva a equipe, que fica com medo de chegar até o gestor. Isso leva à improdutividade, a um clima desfavorável em que as pessoas deixam de trabalhar para falar mal do gestor"
Rogério Martins, psicólogo e consultor de empresas

Deixar de fazer planejamento
"Não se pode viver ao acaso, por isso deve haver planejamentos de curto e de longo prazo. A análise de cenários econômicos e do mundo corporativo é fundamental para que o gestor consiga entender toda a amplitude da atuação da empresa. Ele também tem de entender a estratégia global da organização e seus objetivos para definir metas, cronogramas, formas de monitoramento e avaliação e, além disso, definir ações corretivas ao longo do processo."

Leyla Nascimento, presidente da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos), seccional do Rio de Janeiro


Ignorar os retornos
"O gestor deve implantar um processo de retorno estruturado e sistematizado para apoiar a entrega e a cobrança de resultados. Não adianta cobrar mas não ajudar na estruturação do trabalho ou na correção do desempenho ou da postura profissional. E também é necessário procurar o momento e o local adequados, numa conversa individual, para não haver constrangimentos. Caso contrário, as críticas podem ser levadas para o lado pessoal. Além disso, a maioria dos gestores também não está preparada para receber retorno sobre a própria atuação porque existe o estigma de que o chefe tem de saber tudo. No entanto, é necessário estar aberto para ouvir o que vem de baixo para cima"
Fernando Ferrazza, gerente de recursos humanos da Penalty

Centralizar tudo
"Se o gestor quer se tornar diretor, ele tem de se desapegar do cargo e pensar cada vez mais em assuntos estratégicos. E ao ensinar, ele prepara um sucessor e monta sua equipe. Quando ele deixa de centralizar todas as tarefas, fica livre para assumir novos desafios. E, ao delegar responsabilidades a cada pessoa do time, ele começa a fazer com que todos se sintam parte de um todo. As pessoas ficam mais motivadas ao saber que contribuem para o objetivo do time, que tem uma meta maior"
Joseph Teperman, consultor da Michael Page International

Interferir na vida pessoal do subordinado
"Não é porque é chefe que pode confundir o lado pessoal com o profissional. É natural que com o convívio haja o relacionamento, mas o gestor tem de tomar cuidado para não passar do limite, principalmente quando não é questionado. A proximidade vai do estilo de cada um, mas sempre tem de existir o respeito ao espaço pessoal do subordinado. O gestor não pode confundir a obrigação do funcionário em compartilhar as informações da empresa com as questões pessoais da vida dele"
Caio Pereira Infante, diretor comercial da Trabalhando.com.br

Não dar atenção à contratação
"O papel do gestor começa na escolha das pessoas que vai contratar. Se ele não tiver conhecimento específico e não escolher pessoas com as competências adequadas, vai ter problemas com o andamento dos projetos, o relacionamento com clientes, os prazos de entrega e a qualidade do trabalho. Ele precisa ter conhecimento bastante apurado da equipe para saber se não tem dentro de casa as competências que o cargo vago demanda"

Luiz Barsand, diretor comercial da Arte Gestão de Pessoas


Não saber se comunicar
"A comunicação é extremamente importante e deve ser feita da maneira mais clara e transparente possível. O gestor tem de ter consciência de que cada um recebe as informações de uma maneira. Há diferenças entre as pessoas com relação ao que falam, como falam e como interpretam o que ouvem. Por isso, é necessário sempre ter certeza de que a compreensão foi total, para que não dependa de nenhum fator subjetivo ou subliminar"
Tania Nobre Amorim, professora de administração da área de gestão de pessoas da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco)


Desrespeitar a diversidade
"Ao delegar tarefas, é preciso entender e aceitar que as pessoas são diferentes e têm competências diferentes. É necessário saber explorar essa diversidade em benefício da produtividade, com a sensibilidade de aproveitar o que cada um tem de melhor sem tentar moldar as pessoas. As diferenças fazem com as pessoas e a equipe cresçam. O grande líder é aquele que consegue combinar as habilidade de cada um para otimizar os resultados. Essa é a riqueza do trabalho em equipe. Gestores que limitam a forma de expressão dos subordinados provocam perdas na qualidade do trabalho"
Giselda Sallon Dias, coordenadora do MBA em gestão de pessoas da Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos)

Ignorar conflitos
"Todo grupo tem conflitos. E é responsabilidade do gestor buscar a solução e eliminar o foco dos conflitos, sem varrer para debaixo do tapete. Às vezes, uma resolução mal comunicada pode resultar em discussão. Por isso, nem sempre o que interessa é a causa do conflito. Cabe ao gestor tomar a frente para solucionar o problema. Ele só não pode se fingir de morto"
Rafael Shiuzi, professor da graduação de gestão de recursos humanos da Metodista
Postado por: Thaliny Borges


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009


Tecnologia da informação reduz custos para micro e pequenas empresas
MARCOS VIEIRA

Cerca de 39% das micro e pequenas empresas brasileiras não fazem investimentos em tecnologia da informação (TI).


Percebemos que alguns mitos ainda prevalecem. "Muitos empresários pensam que são pequenos demais para investir em TI, mas não há tamanho mínimo para que uma empresa possa se beneficiar da tecnologia. Outro erro é pensar que tecnologia é cara, inacessível para os pequenos. Hoje os custos são muito acessíveis.


Em muitos casos os empreendedores têm à sua disposição recursos gratuitos na internet. Transmissão ao vivo, aplicativos, redes sociais como, Orkut e Hi5, blogs, entre outros, transformaram-se em poderosos recursos de divulgação e realização de negócios.
Em todo o mundo, 1,4 bilhão de pessoas têm acesso à internet. No Brasil são 19,6 milhões de pessoas. "Desse total, mais da metade utiliza as redes sociais, mas elas ainda não são vistas como plataformas de
negócios.


Um caso de sucesso de micro empresa que utlizou a TI a favor de negócio é da empresa Safira Sedas,ela criou comunidades da loja em sites de relacionamentos, a empresa foi indexada no Google e se cadastrou no PagSeguro – um aplicativo gratuito – que permite a venda pela internet. Em seis meses foram contabilizadas
18 mil visitas.

A tecnologia melhora o acesso às informações para tomada de decisões, automatiza as tarefas rotineiras, melhora o controle interno das operações e facilita o atendimento ao cliente. As empresas que investem em tecnologia exportam, crescem e geram empregos, e os empresários podem usar dessas ferramentas

tecnológicas para reduzir custos de produtos e serviços.


Um outro exemplo é O uso de rede de dados (Voip) como alternativa à telefonia tradicional é outro exemplo de como a internet pode contribuir para reduzir custos para as micro e pequenas empresas. Para os empresários que pretendem aproveitar os recursos da internet, os especialistas explicam que o primeiro passo é definir o objetivo. "Se a intenção é estimular as vendas, o empresário deve escolher qual o conteúdo, quais aplicações e quais as interações sociais serão utilizadas".


As MPEs no país são extremamente heterogêneas quando comparadas em relação a alguns fatores como a produtividade,faturamento, lucratividade, ramo de atividade, tipo de gerenciamento, qualificação da mão-de-obra, e uso de novas tecnologias, onde é possível encontrar empresas com alto grau de
desenvolvimento tecnológico. Contudo, a grande maioria das MPEs atua em setores tradicionais, absorvendo grande quantidade de mão-de-obra e utilizando pouca, ou nenhuma inovação tecnológica.


Apesar das diferenças entre as MPEs, os problemas enfrentados pelas mesmas são bastante parecidos em todo o país, onde segundo a pesquisa “Fatores Condicionantes e Taxa de Mortalidade de Empresas” do SEBRAE (1999), que procurou identificar os fatores condicionantes da mortalidade, cotejando informações relevantes entre dois grupos de empresas (extintas e em atividade), relativas,por exemplo, ao perfil,à postura e à visão empresarial.


Fazendo uma comparação através de pesquisas realizadas, em São Paulo, cerca de 47% das MPEs entrevistadas utilizam microcomputador e/ou notebook, enquanto que no Rio Grande do Norte este percentual é de aproximadamente 52%, essa representação mostra diferenças regionais no acesso aos recursos da TI nas MPEs são bastante aparentes.

Lembramos que o desempenho de uma empresa está associado a diversos fatores, tais como mercado, incentivos regionais, conjuntura econômica, gestão financeira e contábil, gestão de recursos humanos, gestão da informação, dentre outros fatores. Portanto, podemos supor que a quantidade de empresas com acesso e uso de computadores e Internet não traz “por si só” um diferencial competitivo as MPEs, e sim o como estes recursos de TI estão sendo explorados através de uma gestão da informação mais planejada e voltada a resultados mais estratégicos, atuando como ferramentas decisórias na elaboração e manutenção das formas de atuação nos diversos fatores que atuam no desempenho e competitividade das MPEs.




Fonte: Webartigos.com

segunda-feira, 30 de novembro de 2009


A PREGUIÇA TECNOLÓGICA,  E A VIDA RESUMIDA
Jorge Augusto Monteiro Carriça
 A facilidade de acesso a informação de hoje em dia é tão grande, que velhos e bons hábitos estão começando a ser esquecidos. É raro ver uma criança indo a uma biblioteca, pegando um livro, lendo, pra depois escrever um trabalho que um professor exigiu, a primeira reação é entrar no Google e “baixar” na internet, pelo lado da facilidade é ótimo, porém pelo lado do aprendizado é péssimo já que cria um vício de “aprendizagem rápida” e resumida, é a mesma coisa que assistir um filme ao invés de ler o livro sobre ele, só que esse hábito está sendo transportado para a vida profissional, o que nos causa um alerta sobre o tipo de pessoas que teremos num futuro bem próximo.
                Querem tudo resumido, tudo concentrado, justamente para não ter trabalho, só que é esse trabalho que, faz com que a pessoa aprenda sobre o que está fazendo, é todo o processo de leitura, interpretação, imaginação, conclusão, que faz com que a leitura integral de um livro traga uma experiência única e a sensação de pró-atividade. Mas  a necessidade de terminar logo, de entregar logo o trabalho é tão grande e ver-se “livre do problema” que preocupa os profissionais que estudam o futuro da educação, pois esse hábito da “vida resumida” é transportado não só para a vida educativa, mas para todas as áreas da vida desses futuros profissionais resumidos.
                O que teremos no futuro então? Isso é simples de responder, uma família resumida; um carro resumido; uma casa resumida; e consecutivamente uma vida profissional resumida. Notem que isso já acontece, os casais estão tendo cada vez menos filhos, os carros cada vez mais compactos, as casas cada vez menores, e os profissionais cada vez mais despreparados. Ou seja o excesso de informação faz com que a pessoa invés de aprender mais, compacte seu conhecimento e aprenda menos pois é acostumado com o resumo em tudo, e não com a obra na íntegra.
                A preguiça de ler, aprender, estudar é tão grande que muitos profissionais entram para a faculdade com um ensino médio resumido, e um ensino fundamental resumido, o que dificultará muito nessa busca pelo diploma superior, que é claro também já acharam um jeito de resumir, inclusive pelas faculdades a distância. Um curso que “antigamente” era feito em 4 ou 5 anos, com aulas de segunda à sexta, e uma carga horária de 3.000 ou até 4.000 horas/aula, já está sendo substituído por um curso a distância que tem um preço resumido, mas dura no máximo 2 anos, com aulas uma vez por semana (ou menos do que isso), e no máximo 400 horas/aula no total. Veja só como resumiu, caiu pra 10% do que deveria ser.
                Agora pense bem, o profissional que se forma em um curso a distância tem a mesma formação do que se formou do modo tradicional?  A resposta é claramente, NÃO.
                Cuidado para não ser um “profissional resumido”, pois essa tendência japonesa de miniaturizar tudo está sendo trazida para o oriente, mas a tendência é que resumam também o salário, o que certamente irá incomodar muitos “resumidos”.
                Esse gesto inconseqüente de querer tudo da maneira mais fácil monopoliza a vida da pessoa, dando a falsa impressão de economia de tempo, mas na realidade está economizando seu conhecimento. Note que não é raro ver um vestibulando saber o nome de todos os personagens de um livro, saber a síntese da história, e muitas vezes sequer sabe escrever o nome do autor, isso ocorre porque ele não leu o livro, mas leu o RESUMO para poder passar no vestibular. Assim como a maior dificuldade dos que pretendem passar em um vestibular ou em um concurso é justamente as matérias da área de exatas, matemática, física, química, isso porque a pessoa precisa APRENDER a fazer, e não apenas decorar nomes e fatos.
                Até os próprios professores dos cursinhos fazem questão de entregar tudo resumido, pois é claro, querem que os alunos passem para poder aumentar sua gorda conta bancária mostrando que o aluno A ou o aluno B passou no vestibular devido ao cursinho que fez, mas não entendem o mal que estão causando em fazer esse gesto “nobre”. Toda vez que alguém resume alguma coisa, entende-se que cortou os excessos, que tirou o que estava sobrando, mas não é bem assim, na realidade está tirando os fatos entranhados, as entrelinhas, a capacidade de interpretar algum fato ou situação, assim é claro que o profissional também perderá essa capacidade de interpretar o cotidiano e terá cada vez mais dificuldade em problemas cada vez menores.
                Não é raro encontrar jovens e até adultos confinados em seus quartos em frente ao computador vendo coisas inúteis o dia todo, ou a noite toda o que é mais comum, perdem preciosas horas lendo piadas, ou textos sem “peso” nenhum, mas é claro que até na internet querem resumir tudo, então é mais fácil assistir um videozinho do youtube, isso acontece porque quando crianças já não saem na rua para brincar, não aprendem a relacionar-se quando pequenos, então quando adultos também não saberão fazer esta tarefa árdua. O relacionamento humano infantil é importantíssimo justamente para isso, para aprender a lidar em grupo, até as brigas são importantes, pois mostram uma forma de interpretar uma atitude e mostrar que não importa o quão delicada seja uma situação, sempre existem dois lados.
                Para resumir, opa brincadeira, RSSSSS, “desrrezuma-se” se é que essa palavra existe, e comece a fazer do jeito tradicional, e tenha a paciência de aprender passo a passo, o que dá um pouquinho mais de trabalho mas traz uma satisfação imensa.
Fonte: webartigos.com
Postado por: Thaliny Borges

sábado, 28 de novembro de 2009

Como influenciar e persuadir o seu chefe?

Ricardo Piovan - Palestrante e Coach Organizacional
Recebo muitas reclamações em minhas palestras e treinamentos relacionadas à dificuldade de influenciar os chefes para mudanças, sejam em procedimentos, especificações de produtos, investimentos ou simplesmente vender a idéia de um novo conceito. Independentemente do que você deseja persuadir o seu chefe, seguem algumas dicas de como convencê-lo do que você deseja mudar ou fazer:
. CONFIANÇA: antes de vender uma idéia ao seu superior tenha a convicção de que ele o considera uma pessoa confiável e assertiva, pois na maioria das vezes os chefes dizem NÃO “as pessoas” e não “as idéias”, simplesmente porque não confiam que elas realizarão um bom trabalho ou que tenham boas idéias. Antes de vender idéias venda assertividade e confiança.
. CONHECIMENTO: o primeiro ponto que você deve aprimorar é o conhecimento daquilo que você pretende mudar. Seu chefe deve sentir segurança na sua fala, portanto esteja embasado para responder com supremacia a qualquer pergunta que ele faça para você. Se o seu objetivo é a liberação de uma verba extraordinária para vincular uma nova propaganda em algum site da internet, tenha detalhadamente os números de acessos, quem são os leitores, horários de maior visualização e etc. Muitas vezes a informação completa alinhada com a confiança já determina o convencimento.
. ENTUSIASMO: Você está totalmente convencido que a sua idéia é extraordinária? Você precisa apresentar o seu projeto com convicção e alegria demonstrando ao seu chefe que a possibilidade de êxito é certa, se você não estiver convencido de que sua idéia é fantástica provavelmente o seu chefe também não a achará. Apresente antes sua idéia para outras pessoas, talvez elas tragam a luz “gaps” que devem ser ajustados antes da apresentação final.
. TENHA UM PLANO B: Caso não tenha sucesso após demonstrar conhecimento e vender sua idéia com entusiasmo, apresente um plano B para testá-la. Caso esteja querendo uma verba para viajar para outra cidade com o objetivo de aumentar as vendas e não está conseguindo este consentimento, solicite a permissão para fazer ligações a empresas deste novo local oferecendo os produtos por telefone avaliando assim a receptividade, e após colher estes dados diga que apresentará uma planilha demonstrando o interesse ou não das empresas no produto. Com o plano B você deixa a sua idéia viva para reflexões futuras.
. PERSISTÊNCIA: Não desistir é uma das principais características do poder de influência e persuasão, pois ao persistir você reavalia novas formas de fazer ou até mesmo de refletir se cometeu algum erro nos pontos anteriores. Será que sou de confiança? Será que o conhecimento foi suficiente para vender a idéia? Expressei-me com entusiasmo? Apresentei um plano paralelo para aquilo que desejava?
O poder de influenciar qualquer pessoa está alinhado ao real desejo individual, tal afirmação está embasada na célebre frase de Napoleon Hill onde ele destaca:
“Homens e mulheres que realmente desejam algo sempre encontram um caminho, para aqueles que não desejam tão fortemente assim encontram apenas obstáculos.”
Fonte: webartigos.com

Postado por: Thaliny Borges

domingo, 22 de novembro de 2009

O Valor está no intangível


Pessoal, há cerca de um ano e meio atrás, a Microsoft apresentou proposta de aquisição do Yahoo. A oferta foi de 44,6 bilhões de dólares o que equivale a 31 dólares por ação, um ágio de 62% com relação ao preço de fechamento das ações do Yahoo na Nasdaq no dia 31.01.2008.
Daí vem a pergunta : Quanto vale uma empresa da nova economia? Como medir o seu valor nos tempos atuais?
Para isso precisamos entender a mudança que estamos passando atualmente na economia e na sociedade. Uma transformação que, segundo Peter Drucker, iniciou-se há, pelo menos, dois séculos com a aplicação do conhecimento ao conhecimento e trazendo a necessidade de uma gerência eficaz.
Como Drucker escreveu em seu livro Sociedade Pós-Capitalista : “A cada dois ou três séculos ocorre na história ocidental uma grande transformação. Em poucas décadas, a sociedade se reorganiza - sua visão do mundo, seus valores básicos, sua estrutura social e política, suas artes, suas instituições mais importantes. Depois de cinqüenta anos, existe um novo mundo. E as pessoas nascidas nele não conseguem imaginar o mundo em que seus avós viviam e no qual nasceram seus pais.”
O leitor pode estar perguntando : Qual é a relação dessa transformação com a introdução do texto sobre a proposta de aquisição do Yahoo pela Microsoft?
Tem tudo a ver porque essas transformações mudaram a maneira como os negócios são avaliados hoje. No século passado uma empresa era composta de 85% de capital tangível como valores financeiros e patrimônio (máquinas, mobiliário, …), e os 15% restantes da empresa era capital intangível (conhecimento). Neste século, esses percentuais inverteram-se, passando a empresa ser composta de 85% de capital intangível, conforme figura abaixo. Isso explica o porque da Microsoft fazer uma proposta de aquisição com valor de 62% acima do valor de mercado do Yahoo. Proposta essa que não foi aceita pelo conselho de diretores do Yahoo que considerou baixa a proposta.
Diante dessa mudança, onde os ativos intangíveis passaram a ser preponderantes sobre os ativos tangíveis, a dificuldade está em estabelecer qual o valor real de uma empresa. O instrumento atualmente utilizado para medir o valor das empresas é a contabilidade que tem como função prover os usuários com informações sobre aspectos de natureza econômica, financeira e física do patrimônio da empresa, segundo o Conselho Federal de Contabilidade.
Notem que o foco está em patrimônio, onde podemos supor que a contabilidade atual consegue definir o valor de uma empresa do século passado, mas não está adaptada para medir o valor de uma empresa do século XXI. Realidade essa referendada pelo mercado acionário que, há muito tempo, sinaliza que os registros e balanços contábeis não decidem mais o valor das companhias. O humor do mercado de ações varia muito mais em função das novidades intangíveis do que evolução dos indicadores financeiros.
Tomemos como exemplo uma empresa de consultoria. Como poderemos avaliar o valor de uma empresa de consultoria? Pelos móveis e computadores existentes ou pelo conhecimento e experiência dos consultores da empresa?
E no caso do Yahoo? O que a Microsoft comprará? Mesas, cadeiras, computadores, prédios? Claro que não. Ela está comprando a capacidade de inovação do Yahoo e uma estrutura de serviços para fazer frente ao seu principal concorrente que é o Google, além de entrar de vez no mercado de Internet.
A pergunta é : Caso a proposta de aquisição seja feita, O que faria a Microsoft se os colaboradores do Yahoo resolverem pedir demissão ou receberem uma proposta de maiores benefícios por parte do Google?
O que podemos notar é que o capital intelectual(intangível) tem um peso muito maior no século XXI do que no século passado. A dificuldade estará em estabelecer padrões que possam medir a importância desse capital para o desempenho e geração de lucros pelas empresas.
Como disse Peter Drucker : “A revolução da informação representa um nítida transferência de poder de quem detém o capital para quem detém o conhecimento. ”
O desafio está lançado. A pergunta é : Nossos gestores estão preparados para administrar esse capital e transformá-los em resultados?

Postado por: Thaliny Borges

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Gerenciamento do Conhecimento X Produtividade


Apesar de serem conceitos totalmente diferentes, a gestão do conhecimento e a produtividade estão cada vez mais ligados do que parece. A primeira vez que falei da importância da gestão de conhecimento para a administração de tempo, falavam que eu estava maluco, que eram temas muito distantes para serem conectados. Mas a realidade é completamente diferente no dia-a-dia. 
A falta de conhecimento gerenciado causa o excesso de interrupções que muitos departamentos reclamam! No último mês estive envolvido em alguns clientes com foco em redução de urgências e interrupções e quando paramos para entender a origem das interrupções, em boa parte a causa é a falta de gestão de conhecimento. 
É o estagiário que aprende a fazer uma requisição com o antigo estagiário e vive com dúvidas, as quais têm de sanar com alguém. São perguntas sempre iguais, mas que insistem em tocar o telefone. São aqueles arquivos que nunca são encontrados na rede e que vivem tomando o tempo da equipe na hora da localização, etc. Os exemplos são os mais variados, o que eles têm em comum é a perda da produtividade coletiva que geram. 
Quando analisamos pelo lado pessoal, o excesso de informações diárias com que estamos lidando torna desesperador o desafio de organizar nosso conhecimento. Quem consegue dar conta de blogs, e-mails, arquivos, leitura de livros, revistas, etc? É muita informação para pouco tempo, mas com algumas técnicas no dia-a-dia é possível minimizar o impacto desses problemas tanto na equipe quanto para você: 
Faça a Intranet ser útil – Praticamente todas as empresas possuem uma Intranet, mas são poucas as que fazem esse recurso uma fonte de informações úteis para a equipe. Se quiser reduzir interrupções, procure fazer um levantamento das perguntas mais freqüentes e coloque as respostas na Intranet de forma organizada e facilmente pesquisável. Transforme os processos em “how to” para que possam ser facilmente replicáveis por qualquer pessoa. 
Faça uma dieta de informações – Você não precisa ler todas as revistas semanais, de negócio, de tecnologia, etc Escolha a revista predileta em cada área e cancele a leitura das outras. Reduzir a quantidade de informações reduz a ansiedade também. 
Caderno, agenda, Outlook? – Escolha um único lugar e centralize suas anotações. Você não imagina o tempo que perde procurando informações diariamente. 
Crie uma hierarquia padronizada – O maior problema da organização pessoal e profissional é a falta de um padrão unificado para organizar arquivos, pastas, e-mails, etc. Recomendo que você utilize o que chamo de “taxonomia pessoal”, que será este mapa padronizado com as suas informações e aplique este “mapa” em todos os seus ambientes que precisam ser organizados. É a mesma forma de organização para diferentes locais, o que economiza tempo. 
Gerenciar seu conhecimento na vida pessoal e na equipe é cada vez mais importante e essencial para a produtividade acontecer. A tecnologia pode ajudar muito, mas sem organização pode causar ainda mais perda de tempo. 

Fonte: blog.maistempo.com.br/category/novidades/ 

A IDENTIDADE DO ADMINISTRADOR: Perfil, formação, atuação e oportunidades de trabalho

Pesquisa realziada pelo CFA (Conselho Federal de Administração) revelou o perfil atual do Administrador no Brasil, conheça um pouco mais.
Consolidou-se a imagem do Administrador como um profissional que atua com a visão sistêmica da organização, tendo com isso condições de articular as suas diversas áreas internas.
Analisadas as opiniões expressas na fase qualitativa do trabalho e as respostas dos questionários da pesquisa quantitativa, verifica-se que a sua descrição, expressa no trabalho de 2003, confirma-se com a percepção majoritária dos três segmentos envolvidos: profissional com visão sistêmica da organização para promover ações internas, criando sinergia entre pessoas e recursos disponíveis e gerando processos eficazes.
O Administrador é um ARTICULADOR nas organizações.
CONHECIMENTOS, COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E ATITUDES
A pesquisa de 2006 inovou a questão voltada para os requisitos fundamentais que determinam o desempenho de qualquer profissional, oferecendo a possibilidade dos respondentes escolherem várias alternativas.
No caso dos Administradores, foi-lhes perguntado o que reconheciam que seus cursos de graduação tinham lhe transmitido; aos professores, o que achavam que seria mais importante integrar as disciplinas dos cursos que ministram; e aos empregadores, como conseqüência, o que reconheciam existir nos Administradores de suas organizações.
Conhecimentos Específicos
Os Administradores entendem que administrar pessoas e equipes é o principal conhecimento para suas atividades. O Empregador confirma essa percepção, informando que é o que vêem prioritariamente nos Administradores que trabalham em suas organizações. Os Professores avaliam que o conhecimento que mais está sendo oferecido pelas IES é a visão ampla, profunda e articulada do conjunto das áreas de conhecimento.
Competências
Os Administradores entendem que adquiriram no seu curso de graduação, os professores que é a competência mais trabalhada pelas IES e os Empregadores confirmam que reconhecem no desempenho dos que trabalham em suas organizações a identificação de problemas, a formulação e implantação de soluções.
Habilidades
Administradores dizem que adquiriram e os Professores informaram que seus cursos proporcionam a visão do todo, seguida pelo relacionamento interpessoal. Esta última, foi a escolhida pelos Empregadores como a principal habilidade que avaliam em seus Administradores.
Atitudes
O comportamento ético é a atitude que os Administradores escolheram como a que mais tem preponderado no seu aprendizado. Os professores disseram que seus cursos procuram dotar seus alunos de uma atitude empreendedora. E, os Empregadores disseram que vêem em seus Administradores o profissionalismo como principal atitude.
EVOLUÇÃO NA CARREIRA
Entre os Administradores que se graduaram em período anterior a 1969 a posição funcional mais freqüente é a de Presidente (36,36%), seguida da de Assessor (15,15%). Para os formados a partir de 1970, é a de Gerente (19,46%). Os que se graduaram após 1980, Gerência (28,00%) e Diretoria (13,38%). A partir de 1990, Gerente (22,95%) e Analista (13,45%), o que também é confirmado para os formados após 2000 (19,09% e 14,43% respectivamente).
Observa-se que o Administrador evolui na carreira com o passar dos anos, porém quando se nota que dos 596 que se disseram Presidentes ou Proprietários, 267 formaram-se após 2000, fenômeno que ocorre também no cruzamento do tempo de formado com outros cargos, conclui-se que existem diferenciais que extrapolam a evolução no tempo e aceleram a progressão da carreira de alguns profissionais. Segundo a maioria dos Empregadores, são esses diferenciais que podem determinar a contratação de Administradores ou quaisquer outros profissionais, independentemente de sua graduação.

sábado, 7 de novembro de 2009

Resolução de Conflitos


Em seu dia-a-dia profissional, você estará sempre cercado de conflitos. Eles podem ser gerados por situações como stress, medo das mudanças, falhas na comunicação e diferenças de personalidades. Os conflitos podem ser de toda natureza, desde pequenas discussões sobre a melhor forma de realizar um processo, até grandes divergências sobre a estratégia da organização. Sempre que existir uma diferença de prioridades ou objetivos, existirá um conflito.
Os conflitos são naturais, e até desejáveis. Se não existissem em sua empresa, provavelmente significaria que os funcionários estão acomodados e sem real interesse em suas funções. Por exemplo, um supervisor de produção pode procurar a forma de preparar a maior quantidade possível de produto terminado, às vezes até com métodos pouco convencionais, enquanto a engenharia pode exigir que se sigam os processos definidos e testados até que estes métodos sejam avaliados formalmente.
O importante é saber reconhecer os conflitos e saber gerenciá-los (ou seja, resolvê-los) corretamente. A seguir estão algumas dicas para uma melhor resolução de conflitos:
- Pergunte, e não mande: A partir do momento que você faz perguntas ao invés de dar ordens, você estará convidando os outros a participar da solução de um problema. Neste momento, as pessoas passam a ser cúmplices da solução, e terão uma atitude mais positiva sobre o assunto.
- Peça com educação: Mesmo nos momentos em que você precise dar uma ordem direta, peça educadamente. O uso de frases como “Você poderia…”, “Preciso de sua ajuda com o seguinte…” ou “Você estaria disposto a…” fará com que o outro saia da defensiva e aceite melhor sua requisição.
- Mostre disposição: Se uma pessoa precisa de você, tente ajudá-la e mostre que você está fazendo tudo o que pode. Às vezes é melhor receber um “não” bem intencionado do que um “sim” com má vontade.
- Ataque o assunto, não as pessoas: Quando você quer mudar algo, diga O QUE você quer diferente, e não QUEM. Por exemplo, se uma pessoa é responsável por lhe transmitir um relatório semanal, mas tem atrasos regulares nesta atividade, é mais produtivo dizer “É importante que eu receba o relatório no dia correto para tomar boas decisões” do que “Não posso tomar boas decisões porque VOCÊ não manda os relatórios no dia correto.”.
- Esclareça suas decisões: Se você deve tomar uma decisão entre idéias divergentes de 2 funcionários, sempre explique claramente o porque de sua decisão, e quais fatores o levaram à escolha. Desta forma, os “rejeitados” se sentirão melhor com a situação e você poderá manter a equipe unida em torno da mesma solução.
- Escute antes de falar: A interrupção em si já é criadora de conflitos. Além disso, se você está ouvindo seu interlocutor, e dando sinais corporais ou sonoros de compreensão, ele estará mais disposto a expressar suas necessidades e aceitar suas idéias, e suas sugestões e soluções serão mais coerentes.
- Não aja emocionalmente: Nos conflitos profissionais é comum que o assunto seja levado para o lado pessoal e emocional. Você deve evitar isto completamente. Mesmo que seu interlocutor vá por este caminho, mantenha sua postura serena e profissional. Isto tem 2 objetivos: primeiro, para que você não diga algo do qual se arrependerá depois, e segundo, para tentar “puxar” o interlocutor de volta para um clima profissional.
- Dê seguimento às soluções: Se um conflito parece resolvido, não se esqueça de dar seguimento ao assunto posteriormente. Sem que você saiba, o conflito pode ter aparecido novamente, ou a solução que você deu ao assunto pode ter sido ignorada.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Como Abrir Uma Pequena Empresa?



"Somente aqueles que enfrentam as dificuldades conhecem o meio de dominá-las". (M.Taniguchi)


            Quase sempre quando alguém pensa em abrir uma empresa, vem a dúvida: Por onde começar? Antes de mais nada, estude. Leia bastante, faça pesquisas. Nesses casos, ser otimista ou pessimista demais só prejudicará seu futuro empreendimento.


Para abrir uma empresa, tenha primeiro algumas idéias de negócios. Alias, várias idéias. Mas não precisa ser uma idéia mirabolante. Partindo da idéia, leia tudo o que puder sobre ela, descubra como aquele tipo de empreendimento funciona através de outros já abertos. Se houver “química” entre você e a idéia, veja abaixo o que mais você precisa saber.


Não basta ter dinheiro


Se você era empregado e com o dinheiro da indenização resolve abrir uma empresa, cuidado. Não é só o recurso financeiro que garante o sucesso da empreitada. Ter aptidões empreendedoras conta muito. Ser persistente, comprometido, estar disposto a trabalhar muito são algumas das características dos empreendedores de sucesso. Os conhecimentos de gestão devem estar “afiados”. Se os empreendedores não são administradores, podem contratar um.


Cuidado com os erros


Os erros dos empreendedores iniciantes podem inviabilizar o sucesso do seu negócio. Contratar pessoas erradas, ter sócios não comprometidos ou desinformados, planejar mal a necessidade de recursos financeiros, projetar errado o lançamento de produtos, escolha de um ponto comercial em desacordo com a atividade também são causas de muitas falências.


Plano de Negócios


            Prepare um Plano de Negócios por mais simples que seja. É um excelente aprendizado e dará mais segurança ao novo empresário. O plano de negócios mostrará como será o seu empreendimento – suas projeções – antes de você efetivamente investir os recursos. Necessidade de Capital de Giro, Indicadores de Desempenho, projeções de receitas e despesas, Planejamento de Marketing, são itens essenciais para a avaliação de sua empresa antes de abrir as portas.  E se o negócio mostrar-se inviável no papel, refaça o planejamento antes de gastar suas economias.


            E o social?


            As empresas quando são abertas fazem um Contrato Social. São abertas para atender a uma necessidade da sociedade, ter uma missão, um propósito. Esta premissa deve ser verdadeira, inclusive para que a empresa declare esses propósitos através de sua Missão, Visão e Valores que devem ser vividos por todos os seus sócios, colaboradores e também serem conhecidos externamente. Iniciar uma empresa com o objetivo de servir é um excelente começo e certamente contará com colaboradores mais comprometidos.          


            Tributação e Encargos Sociais


            Sua empresa pode ser tributada pelo Simples Nacional? Quanto pagaremos de impostos pelo Lucro Presumido ou pelo Lucro Real? Quais as outras taxas de alvarás, autorizações, licenças e outras que teremos que arcar anualmente? Quanto custa ter um empregado hoje? Quais encargos sociais devo pagar? Estas perguntas devem ser respondidas antes, para evitar surpresas depois. E muitas vezes inviabilizam o sonho de ser empresário. Nada como fazer um planejamento tributário com simulações sobre as receitas antes.


            Legalização


            As empresas legalizadas produzem quatro vezes mais. É o que revela um estudo feito recentemente pelo Banco Mundial e divulgado na Revista Você S/A de maio/08. Saiba todas as necessidades de legalização, o passo-a-passo, alvarás especiais, licenças. O tempo para legalização das empresas tem sido reduzido bastante, mas ainda pode ser inviável abrir ma empresa em menos de trinta dias no Brasil. São várias as burocracias de documentos e registros em nível federal, estadual e municipal.
           
            O contabilista é seu consultor


            Em todo o processo, conte com a ajuda de um bom contabilista para auxiliá-lo. É o profissional indicado para que seu sucesso futuro esteja garantido. Ou planeje melhor a abertura da empresa. Mas não deixe tudo na mão do contador, leia e participe de todo o processo.


O sucesso é resultado de um conjunto de fatores e também de seu entusiasmo e perseverança para contornar as dificuldades. Vá em frente, estude. A sorte está sempre junto aos mais preparados e otimistas!



Zenaide Carvalho
Escritora, lançou recentemente o livro “Como Abrir Sua Empresa, da Idéia aos Lucros” pela Editora Minelli.


-> Thaliny Borges